sexta-feira, 17 de setembro de 2010

LEI GERAL - MPE- o que é?

Histórico
O termo “Lei Geral” foi criado pelo Sebrae, sendo que a nomenclatura legal é “Estatuto Nacional da ME e da EPP”.
Já o termo “Supersimples” foi criado pela imprensa, mas a nomenclatura legal é: Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte – Simples Nacional.

No começo de 2004, o Brasil teve diante de si uma oportunidade decisiva para responder positivamente aos desafios do crescimento econômico, da geração de empregos e da distribuição de renda.

Com a promulgação da Reforma Tributária, em 19/12/2003, abriu-se o caminho para o fortalecimento das pequenas empresas, a alternativa mais eficaz para viabilizar a geração de emprego, o crescimento econômico e a inclusão social na atualidade. Agora existe uma Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, estabelecendo e regulamentando os estímulos e incentivos para o setor, como a introdução de um sistema mais simples e justo de pagamento de impostos e contribuições, crédito facilitado, redução da burocracia e maior acesso às compras governamentais, às exportações e às novas tecnologias.

UMA ESTRATÉGIA PARA O BRASIL

O Brasil se prepara para a elaboração da Lei Geral da Pequena Empresa, de acordo com o que foi fixado pela emenda constitucional conhecida como Reforma Tributária, votada e promulgada no final de 2003. Assim, com o fortalecimento de suas atividades, os empreendedores dos pequenos negócios estarão dando uma grande contribuição para ajudar a resolver aspectos cruciais da atual agenda brasileira, entre os quais se destacam os seguintes:

  • Combate à pobreza pela geração de trabalho, emprego e melhor distribuição da renda;
  • Redução da informalidade na contratação de mão-de-obra e fortalecimento do tecido social e econômico do País;
  • Interiorização do desenvolvimento pela promoção da iniciativas locais e dos arranjos produtivos;
  • Incremento da atividade produtiva nacional, com conseqüente ampliação de oportunidades e da base de arrecadação de impostos;
  • Simplificação, desburocratização e justiça fiscal, os grandes eixos e objetivos visados pela proposta de Reforma Tributária.

O segmento dos pequenos negócios é um dos principais pilares de sustentação da economia nacional, tanto pelo número de estabelecimentos e distribuição geográfica, quanto pela sua capacidade de gerar empregos. Ainda que reconhecida sua importância socioeconômica, o setor encontra sérios obstáculos ao seu crescimento, sustentabilidade e competitividade.

Somente os empreendimentos de menor porte podem materializar a difícil meta de gerar 10 milhões de novos postos de trabalho no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A capacidade de geração de empregos no setor é amplamente conhecida. Estudos mostram que, entre 1995 e 2000, nada menos que 96% dos novos empregos foram criados em empresas com até 100 empregados. O saldo positivo entre as contratações e desligamentos no setor foi de mais de 1,4 milhão de novos postos de trabalho, um crescimento de 26% no período. Nas grandes empresas, em oposição, esse saldo foi inferior a 30 mil novos empregos, um crescimento de apenas 0,3%.

Não há portanto, como cogitar de um novo modelo de desenvolvimento que não esteja baseado nos pequenos negócios. Países como Itália e Espanha fizeram esse dever de casa e deram saltos espetaculares de desenvolvimento em três décadas. Não é mais possível conferir ao segmento o mesmo tratamento que se dá à grande empresa. É mais do que justificável usar, neste caso, dois pesos e duas medidas. É inadmissível que o mesmo arcabouço jurídico seja idêntico para uma companhia com milhares de empregados e um negócio que atende à comunidade de um bairro.

Ao defender essa visão, o Sebrae está longe de lutar por uma causa meramente corporativista. Na verdade, defende uma estratégia para o País, reivindicando que se dê foco a uma política, assim como foi feito, por exemplo, na agropecuária e no agronegócio, com excelentes resultados. A Lei Geral pode fazer com que a Reforma Tributária tenha um papel estruturante para o País e será o encontro entre o que a sociedade deseja e os avanços permitidos pela reforma recente na Constituição. O Sebrae está convicto de que o modelo de desenvolvimento baseado na pequena empresa é a melhor opção para o Brasil socialmente mais justo que todos querem.

Silvano Gianni


Fonte:http://www.sebrae.com.br/

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

ISO26000-Responsabilidade Social

O que vem a "ser" ??? ISO 26000.

A ISO 26000 será a norma internacional de Responsabilidade Social e está prevista para ser concluída em 2010. O Grupo de Trabalho de Responsabilidade Social da ISO (ISO/TMB WG) – responsável pela elaboração da ISO 26000 - é liderado em conjunto pelo Instituto Sueco de Normalização (SIS - Swedish Standards Institute) e pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Assim, em decisão histórica o Brasil, juntamente com a Suécia, passou a presidir de maneira compartilhada o grupo de trabalho que está construindo a norma internacional de Responsabilidade Social.


O desenvolvimento desta norma tem também sido inovador, um processo multistakeholder. O Grupo de Trabalho de Responsabilidade Social da ISO (ISO/TMB WG) é constituído por mais de 360 experts e observadores de mais de 60 países. Os experts e observadores participam do processo de construção da ISO 26000 de duas formas – por meio de delegações nacionais ou das chamadas organizações D-liaison. As delegações nacionais são compostas pelas seguintes categorias ou partes interessadas (stakeholders) da sociedade:


• Trabalhadores;
• Consumidores;
• Indústria;
• Governo;

• ONG’s; organizações não governamentais
• Serviço, suporte e outros.

Esta última categoria engloba consultores, academia, etc. Já as organizações D-liaison são relevantes organizações internacionais ou regionais com importante atuação nos temas relativos à RS como, por exemplo: Organização Internacional do Trabalho, Global Reporting Initiative, Organização Mundial da Saúde, Consumers International, UN-Global Compact (Pacto Global da ONU);

Organization for Economic Co-operation and Development (OCDE) entre outros. Do Brasil, o Instituto Ethos de Responsabilidade Social tem participado como organização D-liaison pela Rede Interamericana de Responsabilidade Social.

O ISO/TMB WG realizou, até o presente momento, cinco reuniões que definiram as principais resoluções a respeito da ISO 26000. Seguem abaixo as principais características desta norma:


• será uma norma de diretrizes, sem propósito de certificação;
• não terá caráter de sistema de gestão;
• não reduzirá a autoridade governamental;
• será aplicável a qualquer tipo e porte de organização (empresas, governo, organizações não governamentais, etc);
• será construída com base em iniciativas já existentes (não será conflitante com tratados e convenções existentes);
• enfatizará os resultados e melhoria de desempenho;
• prescreverá maneiras de se implementar a Responsabilidade Social nas organizações;
• promoverá a sensibilização para a Responsabilidade Social;

Embora ainda em processo de construção podendo, portanto, sofrer alterações, podemos dizer que a ISO 26000 abordará como temas centrais da RS, as seguintes questões:

• Organizational Governance - Governança Organizacional
• Human rights - Direitos Humanos
• Labour practices - Práticas do Trabalho
• The environment - Meio ambiente
• Fair Operating Pratices - Práticas Leais(justas) de Operação
• Consumers issues - Questões do Consumidor
• Community involvement and development – Envolvimento e Desenvolvimento da Comunidade


Além disso, pode-se aferir que as organizações que quiserem ter um comportamento socialmente responsável deverão:

• ser responsáveis pelos impactos de suas decisões e atividades na sociedade e no meio ambiente;
• contribuir com o desenvolvimento sustentável, a saúde e bem estar da sociedade;
• considerar as expectativas dos seus stakeholders ;
• ter um comportamento ético e transparente;
• estar de acordo com as normas internacionais de comportamento.


Fonte:

http://www.inmetro.gov.br/

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Técnicas ou Verdades? ou Técnicas e Verdades? ALIADOS (E /OU) ADVERSÁRIOS!

O VERDADEIRO ATENDIMENTO AO CLIENTE

Posted by Marcio Norimbeni em 09/06/2010

Um fósforo, um chocolate, uma xícara de café e um jornal…

Estes quatro elementos fazem parte de uma das melhores histórias sobre atendimento que a gente conhece…

Um homem estava dirigindo há horas e, cansado da estrada, resolveu procurar um hotel…

Avistou um letreiro, parou e entrou!

Na recepção, uma moça o cumprimentou amavelmente.

Em poucos minutos, o hóspede já se encontrava confortavelmente instalado.

No quarto, uma cama, impecavelmente limpa, uma lareira, um fósforo sobre a lareira, para ser riscado.

Era demais!

O homem que queria um quarto apenas para passar a noite, achou que estava com sorte.

Mudou de roupa para o jantar.

A refeição foi tão deliciosa, como tudo o que tinha experimentado, até então.

Quando retornou para o quarto. Fazia frio e ele estava ansioso pelo fogo da lareira.

Surpresa! Alguém havia se antecipado e, quando entrou, o fogo já ardia na lareira.

A cama estava preparada, os travesseiros arrumados e um chocolate sobre cada um.

Que noite agradável aquela!

Na manhã seguinte, o hóspede acordou com um estranho borbulhar, vindo do banheiro. Saiu da cama para investigar.

Era uma cafeteira, ligada automaticamente por um timer, estava preparando o seu café e, junto um cartão que dizia:

"Sua marca predileta de café. Bom apetite!"

Era mesmo!

Como eles podiam saber desse detalhe?

De repente, lembrou-se: no jantar perguntou qual a sua marca preferida!

Em seguida, ouviu um toque na porta.

Ao abrir, encontrou o jornal de todos os dias…

Como eles adivinharam?

Lembrou que a recepcionista havia perguntado qual jornal ele preferia .

O cliente deixou o hotel encantando, feliz pela sorte de ter ficado num lugar tão acolhedor.

Mas, o que esse hotel fizera mesmo de especial?

Apenas ofereceram um fósforo, um chocolate, uma xícara de café e um jornal.

Nunca se falou tanto na relação empresa-cliente como nos dias de hoje.

Milhões são gastos em planos de marketing e, no entanto, o cliente está cada vez mais insatisfeito.

Mudam embalagens, mas se esquecem das pessoas.


O valor das pequenas coisas conta, e muito.

Isto vale também para nossas relações pessoais (namoro, amizade, família, casamento)…

Pensar no outro como ser humano é sempre uma satisfação para quem doa e para quem recebe.

Seremos muito mais felizes, pois a verdadeira felicidade está nos gestos mais simples de nosso dia-a-dia que,

na maioria das vezes, passam despercebidos.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

BRAINSTORM....???? Chuva ou tempestade de idéias???

Falar sobre Brainstorm não é fácil. Basicamente, é uma técnica que muitos profissionais usam, e podem até fazê-la diferente do proposto a seguir, mas com toda a certeza os princípios são mantidos.

O Que é?
Brainstorm é uma palavra em inglês cuja tradução é “tempestade mental”. É uma metodologia de exploração de idéias, visando a obtenção das melhores soluções de um grupo de pessoas.

Já vi o Brainstorm ser mencionado como “chuva de palpites”, mas ele é muito mais que isso. Falando de forma simplória, ele é um bate-papo direcionado, que pode favorecer ou não o surgimento de idéias novas, que ajudem na solução de problemas ou situações.

O Brainstorm não é espontâneo. É uma técnica cujo princípio básico reside na ausência de julgamentos ou de autocríticas

O que é Brainstorm?

A partir do Brainstorm, chegamos à idéias de qualidade, ou até à solução de uma situação ou problema. Além disso, traz a vantagem de ter seu mérito distribuído, pois é o resultado do trabalho de toda uma equipe

Passo a Passo

- Comece com um tema ou assunto e peça para os presentes expressarem todas as idéias que lhes venham à mente espontaneamente.

- Nenhuma idéia apresentada deve ser criticada.

- Todas as idéias verbalizadas devem ser escritas de maneira a ficarem expostas para todos, estimulando novas idéias.

- Ao término das verbalizações, todas as idéias escritas e expostas devem ser repassadas e analisadas para seleção das mais adequadas à situação.

- A seguir, selecione a melhor idéia.

Como Aplicar o Brainstorm?

Uma solução muito simples e eficaz é o diagrama de causa e efeito, ou se preferir “diagrama de espinha de peixe”.
Ele é uma forma visual de levantamento de causas e efeitos, que combinados com os princípios do Brainstorm tem ótimos resultados.

O que é Brainstorm?

Podemos organizar num quadro um diagrama como o de cima e, em seguida, um grupo de pessoas levanta quais são os fatores ou as espinhas do peixe que levam ao seu objetivo.

Usando ainda da Brainstorm, elas levantam parâmetros que influenciam nessas espinhas de forma organizada e clara. Ao final, usando um quadro branco e alguns post-its, têm-se de forma visual todo um diagrama de causa e efeito. Tornando muito mais fácil trabalhar para alcançar os objetivos.



Fonte: Blog "Issomesmo"

SER E TER....